Esta é a aula 6 da Formação Safirion, o curso gratuito de trading em vídeo da corretora Safirion. Nesta aula, a Mirielle ensina como usar o indicador MACD no trading, com foco em OB, e o resumo fiel da aula está abaixo do vídeo.
Como inserir o MACD no gráfico
A Mirielle começa mostrando que, para adicionar o indicador, é preciso ir à parte esquerda do gráfico, abrir indicadores, usar a barra de pesquisa e digitar MACD.
Ela explica que, nesta aula, não muda o período nem faz alterações na configuração. A orientação é deixar a configuração padrão, 12, 26 e 9, aplicar o indicador e observar que o MACD aparece na parte de baixo do gráfico.
O MACD é apresentado como o indicador com barrinhas verdes e vermelhas. A Mirielle comenta que ele é conhecido no universo do trading, também é usado em outros mercados, como Forex e B3, e que ela o utiliza em OB dentro do operacional padrão dela.
O que significa MACD
Em seguida, a Mirielle explica o significado do nome MACD: ele vem da divergência e da convergência das médias móveis. Segundo ela, o MACD também trabalha com médias móveis e mostra movimentos de divergência e convergência.
A partir daí, ela passa a explicar o histograma do indicador, começando pela linha do marco zero.
Marco zero, polo negativo e polo positivo
A linha do marco zero é a linha zero do MACD, representada por uma linha clara que divide o histograma. Abaixo dessa linha fica o polo negativo. Acima dela fica o polo positivo.
A Mirielle reforça que tudo o que nasce abaixo da linha do marco zero está no polo negativo, e tudo o que nasce acima dela está no polo positivo.
Polo negativo embaixo, polo positivo em cima.
Ela também esclarece que isso não significa que só possam aparecer velas vermelhas no polo negativo ou velas verdes no polo positivo. Podem aparecer velas verdes embaixo e velas vermelhas em cima, mas isso precisa ser interpretado junto com a força gráfica e a força do movimento.
Força compradora e força vendedora
Quando aparecem velas verdes abaixo da linha do marco zero, a Mirielle chama isso de força compradora. Ela explica que essa força ainda não está consolidada, é apenas o começo de uma força compradora chegando.
Essa força vai se intensificando no polo negativo e, segundo a Mirielle, só é possível falar em consolidação quando ela sobe para o polo positivo. Quando a força sai do polo negativo e vai para o polo positivo, acontece a convergência e a consolidação do fluxo de alta, ou seja, da força compradora.
Nesse momento, ela explica que o fluxo de compra realmente começa e chega com força. Pela leitura mostrada na aula, esse seria um bom momento para uma operação de compra.
Depois, a Mirielle mostra o raciocínio inverso. Quando velas vermelhas aparecem na parte positiva do gráfico, elas ainda estão acima da linha do marco zero. No momento em que descem para baixo da linha, acontece a consolidação da força vendedora e o início do fluxo vendedor.
Assim, o MACD é apresentado como um indicador que mostra onde as forças estão sendo consolidadas.
MACD como termômetro do mercado e reversão
A Mirielle explica que o MACD também pode ser usado em padrão de reversão. Ela dá o exemplo de um fluxo com apenas velas vermelhas, indicando fluxo vendedor. Se, em algum momento, o MACD começa a mostrar aparições de velas verdes, isso indica a chegada de uma força compradora.
Segundo ela, esse pode ser o momento da reversão, seja uma reversão de fluxo de velas, uma reversão de padrão ou uma reversão gráfica.
A Mirielle resume o MACD como um termômetro do mercado. Ele ajuda a observar como o mercado está se comportando, qual força está predominando e qual força está chegando.
Convergência, divergência e MACD perfeito
Na parte final, a Mirielle retoma a ideia de que MACD significa divergência da convergência das médias móveis. A convergência acontece quando o preço nasce no polo oposto e faz a conversão para o seu próprio polo.
Já a divergência, segundo ela, segue a mesma lógica vista na aula anterior sobre médias móveis: a divergência entre médias móveis é um sinal de que algo está acontecendo. No MACD, a divergência também confirma algo que já está acontecendo.
Ela explica que, quando existe a convergência, as médias também precisam fazer a divergência, ou seja, o cruzamento das médias. Tanto a convergência quanto a divergência são movimentos obrigatórios no MACD. O preço precisa fazer a convergência e a divergência, não importa a ordem, desde que as duas aconteçam naquele mesmo instante.
No exemplo mostrado, as velas vermelhas nascem no polo positivo, acima da linha do marco zero. Quando fazem a conversão e passam a nascer abaixo da linha do marco zero, elas vão para o polo negativo. Nesse momento, também acontece a divergência, que é o cruzamento das médias. Quando as duas coisas acontecem juntas, a Mirielle chama de MACD perfeito.
Ela também alerta que existem situações em que o MACD não fica perfeito, por exemplo, quando acontece a convergência sem a divergência. Nesse caso, ela chama de alarme falso do MACD.
Para usar o MACD como uma das confluências, precisam acontecer a convergência e a divergência naquele determinado instante.
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